16 de Março de 2008
2006:
Tantos pensamentos e: vazio; tantas palavras e: silêncio; tanto carinho e: ponto. O sangue se misturava a água num processo lento – o vermelho insistia em não se deixar invadir pelo azul, mas o tempo. Era um daqueles dias irritantemente bonitos e, bem, você sabe, nesses dias tenho até vontade de parecer com eles: cheios de pensamentos, palavras e sorrisos – cheios de si.
À beira da piscina – e do romantismo – tudo parecia tão profundo.
– Por que sempre tão rasos?
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