31 de Maio de 2008

O que me surpreendia tanto? Os dedos atravessavam o campo minado sem vacilar, sem se equivocar, sem sofrer – sã e salva. Longe das complicações que o romantismo arrasta pelo braço. Girava, torcia, machucava… e: parava abismada diante das feridas. Que ironia! As idéias, em suas mãos, tomavam forma e até sangravam.
A tênue linha entre verdade e ficção.
31 de Maio de 2008
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Obsceno em sua timidez.
30 de Maio de 2008
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Two figures, Francis Bacon - 1953.
30 de Maio de 2008
Os meus olhos se encheram de lágrimas. Disfarcei. Voltei a beliscar um resto de doce e caminhei até o outro extremo da varanda.
– Não, tudo bem, pode continuar falando.
Decidiram demolir o prédio e limpar o terreno para, então, construírem o tal centro cultural – do outro lado da rua, a metáfora para aquela conversa; aquele início. Demolir, desconhecer, construir, reconhecer.
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Sem palavras, rapaz. Se o post fosse sobre portas, eu diria: pode entrar. E não é todo mundo que.
29 de Maio de 2008
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“São os pré-conceitos comuns a todos os homens: a tendência de se tomar a aparência pela essência das coisas, o antropomorfismo (…)”
29 de Maio de 2008
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Edição 26 no ar.
28 de Maio de 2008
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Sol quente, passos largos, duas quadras e a resposta muito clara: o amor toma forma nas diferenças. Duas quadras. Vontade de voltar correndo e dizer, em três idiomas, aquilo que, provavelmente, você já sabe.
26 de Maio de 2008

26 de Maio de 2008
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“Uma letra procura o calor do alfabeto
Mas o alfabeto existe fora de qualquer letra”
Drummond