30 de Maio de 2008
Ainda sobre Francis Bacon
Os meus olhos se encheram de lágrimas. Disfarcei. Voltei a beliscar um resto de doce e caminhei até o outro extremo da varanda.
– Não, tudo bem, pode continuar falando.
Decidiram demolir o prédio e limpar o terreno para, então, construírem o tal centro cultural – do outro lado da rua, a metáfora para aquela conversa; aquele início. Demolir, desconhecer, construir, reconhecer.
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Sem palavras, rapaz. Se o post fosse sobre portas, eu diria: pode entrar. E não é todo mundo que.
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