Arquivo de Outubro de 2008

31 de Outubro de 2008

Ah.

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Gostaria de ter mais de um Sim para sair distribuindo pelas ruas – de ontem e de hoje –, como quem distribui flores.

27 de Outubro de 2008

Fausto

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Estava precisando de uma mostra de cinema para alegrar as minhas tardes de folga.

23 de Outubro de 2008

Exatamente assim:

Postado em Estante. por sophrosyne.hybris@gmail.com

ai que ainda tenho
um pouco do jeito
lusitano
não sofro pouco
logo me dano

Do querido Tião.

17 de Outubro de 2008

Dying Changes Everything

Postado em Estante. por sophrosyne.hybris@gmail.com

– You thought something would change?

– She almost died… Because of that job. Yeah, I… I thought…

– Almost dying changes nothing; dying changes everything.

+++

– I’m sorry. I know I didn’t try to kill her. I know I didn’t want her hurt. I know it was a freak accident. But I feel like crap, and she’s dead because of me.

– I don’t blame you. I wanted to. I tried to. I must have reviewed Amber’s case file 100 times to find a way. But it wasn’t your fault.

– Then we’re okay? I mean, I know you’re not, but… Maybe I can help.

- We’re not okay. Amber was never the reason I was leaving. I didn’t want to tell you because… Because I was trying… Like I always do, to protect you. Which is the problem. You spread misery because, you can’t feel anything else. You manipulate people, because you can’t handle any kind of real relationship. And I’ve enabled it. For years. The games, the binges, the middle-of-the-night phone calls.

(…)

– We’re not friends anymore, House. I’m not sure we ever were.

13 de Outubro de 2008

Reverberando:

Postado em Diálogos. por sophrosyne.hybris@gmail.com

“Por que você não escolhe o vazio”?

11 de Outubro de 2008

Twitter

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Acabo de ver House’s head & Wilson’s heart. Foda.

11 de Outubro de 2008

Dia do mestre

Postado em Estante. por sophrosyne.hybris@gmail.com

De tempos em tempos alguém de repente acorda; alguém se desprende, por assim dizer, da gosma sem sentido em que vivemos atolados – a lengalenga que chamamos de vida cotidiana e que nem vida é, mas uma espécie de transe em suspensão acima do grande fluxo da vida – e esse homem que, por não mais conformar-se ao padrão geral, parece-nos um completo louco se investido de poderes estranhos e quase aterrorizantes, descobre-se capaz de (…) fazê-los soltar as amarras, virá-los de cabeça para baixo, enchê-los de alegria ou loucura, fazê-los mudar (…) de caráter, fisionomia, de alma até. E em que consiste essa sedução irresistível, essa loucura, “essa perturbação temporária”, como gostamos de chamá-la? Que mais, além da esperança de encontrar alegria e paz?

Henry Miller

Obrigada, F, M e T.

Amor,

D

9 de Outubro de 2008

Niterói

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Terça-feira. 19h. Ponte parada. Olhei pela janela do ônibus e, cruzando a Baía, um pequeno barco. A luz, exausta, iluminava apenas a proa – visto de cima, parecia se misturar ao mar. Barco sem fim.

Abaixo do vão central, a noite engoliu o barco. E eu, encostada no banco, permitia que as lembranças daquela manhã segurassem as minhas mãos. Como poderia recomeçar sem horror? Como poderia viver?

O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.

5 de Outubro de 2008

Mola 2008

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Saiu a programação.