Do caos ao caos
(…) que a vida, meu bem, não é mesmo uma linha reta.
(…) que a vida, meu bem, não é mesmo uma linha reta.
“O Jornalista escreve para o esquecimento”.
O londrino Ashley Revell, de 32 anos, decidiu vender tudo o que tinha – incluindo sua casa e as suas roupas – e apostar tudo em uma única rodada de roleta em um cassino de Las Vegas.
E eu aqui, deitada na cama, lendo e deixando o tempo passar.
All this talk of getting old
It’s getting me down my love
Like a cat in a bag, waiting to drown
This time I’m comin’ down
Há 8 anos, eu dizia: - But I don’t believe in magic; life is automatic. Era mentira. Mas ele acreditou, bicho.
Os meus olhos se encheram de lágrimas. Disfarcei. Voltei a beliscar um resto de doce e caminhei até o outro extremo da varanda.
– Não, tudo bem, pode continuar falando.
Decidiram demolir o prédio e limpar o terreno para, então, construírem o tal centro cultural – do outro lado da rua, a metáfora para aquela conversa; aquele início. Demolir, desconhecer, construir, reconhecer.
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Sem palavras, rapaz. Se o post fosse sobre portas, eu diria: pode entrar. E não é todo mundo que.
Sol quente, passos largos, duas quadras e a resposta muito clara: o amor toma forma nas diferenças. Duas quadras. Vontade de voltar correndo e dizer, em três idiomas, aquilo que, provavelmente, você já sabe.