Arquivo na categoria Diarices.

1 de Setembro de 2008

Do caos ao caos

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

(…) que a vida, meu bem, não é mesmo uma linha reta.

27 de Agosto de 2008

Práxis

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

“O Jornalista escreve para o esquecimento”.

16 de Agosto de 2008

Viver a vida

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

O londrino Ashley Revell, de 32 anos, decidiu vender tudo o que tinha – incluindo sua casa e as suas roupas – e apostar tudo em uma única rodada de roleta em um cassino de Las Vegas.

E eu aqui, deitada na cama, lendo e deixando o tempo passar.

26 de Julho de 2008

O passado

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

não pode reger a minha vida.

24 de Julho de 2008

Aniversário:

Postado em Diarices., Estante. por takemypicture@uol.com.br

All this talk of getting old
It’s getting me down my love
Like a cat in a bag, waiting to drown
This time I’m comin’ down

28 de Junho de 2008

2000

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

Há 8 anos, eu dizia: - But I don’t believe in magic; life is automatic. Era mentira. Mas ele acreditou, bicho.

7 de Junho de 2008

Sobre mentiras sinceras

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

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31 de Maio de 2008

Ficção

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

Obsceno em sua timidez.

30 de Maio de 2008

Ainda sobre Francis Bacon

Postado em Diarices., Verborrágica. por takemypicture@uol.com.br

Os meus olhos se encheram de lágrimas. Disfarcei. Voltei a beliscar um resto de doce e caminhei até o outro extremo da varanda.

 

– Não, tudo bem, pode continuar falando.

 

Decidiram demolir o prédio e limpar o terreno para, então, construírem o tal centro cultural – do outro lado da rua, a metáfora para aquela conversa; aquele início. Demolir, desconhecer, construir, reconhecer.

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Sem palavras, rapaz. Se o post fosse sobre portas, eu diria: pode entrar. E não é todo mundo que.

28 de Maio de 2008

Layla

Postado em Diarices. por takemypicture@uol.com.br

Sol quente, passos largos, duas quadras e a resposta muito clara: o amor toma forma nas diferenças. Duas quadras. Vontade de voltar correndo e dizer, em três idiomas, aquilo que, provavelmente, você já sabe.